Os últimos dias foi de grande prejuízo para muitos moradores e comerciantes da região Metropolitana de São Paulo. Muitos ficaram mais de 48 horas sem energia elétrica e alguns estão até hoje sem, são mais de 100 horas.

Infelizmente é uma tendência do verão, com mais chuvas, a probabilidade de desastres ambientais é maior, como vendavais e quedas de árvores. Normalmente novembro é chuvoso e gera grande preocupação.

“O aquecimento global, fenômeno caracterizado pelas alterações climáticas e o aumento da temperatura média do planeta, por fatores naturais ou antrópicos, já tem desencadeado vários desastres ambientais. As consequências do aquecimento global são diversificadas e complexas, podendo gerar danos irreversíveis à humanidade.

Uma das consequências mais notáveis é o degelo. As regiões mais afetadas são o Ártico, a Antártida, a Groelândia e várias cordilheiras. Pesquisas apontam que a camada de gelo do Ártico tornou-se 40% mais fina e sua área sofreu redução de cerca de 15%. A Antártida perdeu mais de 3 mil quilômetros quadrados de extensão. A Groelândia também tem sofrido com o aquecimento global, fato preocupante, visto que seu derretimento pode provocar um aumento no nível dos oceanos de até 7 metros.

Outras consequências do aquecimento global são a desertificação, alteração do regime das chuvas, intensificação das secas em determinados locais, escassez de água, abundância de chuvas em algumas localidades, tempestades, furacões, inundações, alterações de ecossistemas, redução da biodiversidade, perda de áreas férteis para a agricultura, além da disseminação de doenças como a malária, esquistossomose e febre amarela.

Portanto, o aquecimento global tem consequências extremamente negativas para a vida de todas as espécies do planeta. Sendo assim, são necessárias medidas para amenizar o processo de alteração climática, como, por exemplo, a redução da emissão de gases responsáveis pela intensificação do efeito estufa, garantindo, assim, uma relação harmoniosa entre homem e natureza.”

Previsão

A MetSul Meteorologia anuncia um “racha térmico” com massa de ar quente cobrindo a maior parte do Brasil e ar mais frio atuando do Centro para o Sul da Argentina por sucessivas incursões tardias de ar polar no país vizinho vai favorecer um número maior que o habitual de episódios de chuva com formações de baixas pressões e tempestades nas latitudes médias da América do Sul nas próximas semanas.

A maior instabilidade deve se dar na zona de transição entre o ar mais frio do Centro-Sul argentino e o ar mais quente presente sobre o Brasil, Bolívia e o Paraguai. Esta zona de transição inclui o Nordeste da Argentina, o Uruguai e o Sul do Brasil, em especial os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A baixa pressão profunda seguida de intenso ciclone na costa dos últimos dias, com chuva intensa em muitas áreas da Região Sul e com temporais no Sul e no Sudeste, foi, portanto, um prelúdio do que pode se esperar no restante deste mês e ao longo das próximas semanas, de acordo com a avaliação da MetSul Meteorologia.

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